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Mais um crime chocou populares de Parauapebas e região Sudeste do Pará neste final de semana. Desta vez não foi nenhum acidente automobilístico, como vem se tornando rotina nos finais de semanas, porém, o caso revoltante aconteceu nas dependências de um hospital particular da cidade.

De acordo com informações repassadas pela Delegada de Polícia Civil Raissa Belebone à imprensa local, uma jovem de 19 anos de idade, de prenome Jaqueline, teria tomado remédios abortivo, provocando assim o abordo de uma criança que tinha seis meses de gestação.

As informações dão conta que Jaqueline teria abortado em uma clínica particular no bairro Rio Verde, e para tentar esconder a criancinha, teria enrolado o corpo em papel higiênico e jogou em seguida em um cesto de lixo.

Logo que funcionários do hospital perceberam o ato, acionaram as autoridades policiais e em seguida Jaqueline foi conduzida à Superintendência de Polícia Civil de Parauapebas, onde a acusada confirmou o crime e confidenciou que o pai da criança não sabia de sua gravidez.

Logo após ser ouvida pela Delegada Raissa Belebone, a acusada de prenome Jaqueline recebeu voz de prisão, porém, pagou fiança, foi advertida para não deixar o município sem prévia autorização das autoridades policiais e aguardará o julgamento do caso em liberdade.

(Fonte: Pebinha de Açúcar)
(Foto: Enviada via WhatsApp)
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Depois de quase 24 horas de ocupação, terminou na madrugada desta terça-feira (26) o protesto de moradores do Residencial Tiradentes, do Minha Casa Minha Vida, em Marabá. Eles haviam interditado a BR-222, entre Morada Nova e São Félix, onde fica o conjunto habitacional. Uma nova ocupação, caso as demandas do bairro não sejam atendidas, não está descartada.


A via ficou interditada por quase 24h. Caso as condições de água e saneamento não sejam melhoradas, moradores prometem fazer novos protestos. 
As principais reivindicações são fornecimento regular de água, recuperação do asfaltamento da via e melhoria no sistema de água e esgoto.

A falta d’água ocorre porque dois poços semi artesianos foram cavados em profundidade inferior à necessária para atender as 7 mil pessoas que vivem no local.

Em princípio, nem a Caixa Econômica Federal (CEF), nem a HF Engenharia, construtora que fez as casas e o asfaltamento das ruas, se manifestaram. Da mesma forma, a Estre Ambiental, que faz a coleta de lixo no município, também está em silêncio.

O prefeito João Salame declarou que tanto o residencial Tiradentes quanto o Vale do Tocantins (também do Minha Casa Minha Vida) foram construídos em áreas alaga diças, sem a devida atenção ao terreno para comportar residências. Salame alegou que todos os problemas foram causados pela HF Engenharia, que construiu a obra, Caixa Econômica Federal, que aceitou o serviço, apesar de mal feito, e a administração municipal anterior, que também recebeu o residencial, apesar das irregularidades.

A prefeitura deve ingressar na Justiça, para forçar todos esses entes a cumprirem essas obrigações previstas em contrato.

(Chagas Filho/De Marabá/Diário do Pará)
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Moradores do bairro Araguaia, no município de Marabá, região sudeste do Pará, interditaram e atearam fogo no trilho da estrada de ferro de Carajás, no quilômetro 730, na tarde do ultimo sábado (23), durante uma manifestação contra a mineradora Vale, que pretende construir um muro ao redor do trilho por onde passa o trem que transporta minério. Durante a ação, um trem foi atingido pelo fogo.


Trem pega fogo durante manifestação de moradores em Marabá.

Os moradores também reivindicam por melhorias, como pavimentação das ruas do bairro.

O Corpo de Bombeiros Militar da região foi acionada para prestar socorro e o Grupamento Tático da Polícia Militar esteve no local para conter a ação dos manifestantes.

Os moradores realizam constantes protestos na ferrovia.

Em nota ao DOL, a empresa mineradora Vale informou que o maquinista não estava no trem no momento em que foi atingido pelo fogo. A empresa afirma ainda que um convênio foi assinado juntamente com a Prefeitura de Marabá para que as obras de pavimentação sejam realizadas, mas o processo para a execução está dentro do prazo estabelecido.

A empresa disse ainda que busca sempre estabelecer um bom relacionamento com as comunidades localizadas nas regiões onde ela atua e que repudia ações de violência que põem em risco a segurança das pessoas e de suas operações. 

A Vale ressaltou que adotará medidas judiciais para responsabilização criminal e cível pelo ocorrido.

(DOL, com informações de Welinton Moreira/ Diário do Pará / Sucursal Marabá)
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